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Sindiserge denuncia perseguição e corte arbitrário de ponto em Tomar do Geru

O direito de greve e de livre manifestação está sendo cerceado em Tomar do Geru. O sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tomar do Geru (Sindiserge), denuncia que, de forma completamente autoritária, a prefeitura Municipal e a Secretaria Municipal de Educação cortou os pontos de servidores públicos municipais que aderiram à paralisação da categoria, realizada no dia 22 de agosto deste ano.

Na data, os trabalhadores paralisaram suas atividades laborais para reivindicar o pagamento da segunda parcela do 13 salário do ano de 2018, que estava em atraso. Segundo acordo firmado entre gestão municipal e Sindiserge, o 13o. deveria ter sido pago em duas parcelas: a primeira ainda em dezembro e a segunda em julho deste ano. Porém, o gestor não cumpriu o acordo, e servidores de diversas categorias ficaram sem a segunda parcela do 13o.

“Ao perceber a força e a organização do nosso sindicato, que conseguiu congregar a categoria, a gestão municipal passou a perseguir os trabalhadores que se organizam para assegurar seus direitos e tentou covardemente deslegitimar e enfraquecer nossa luta, mas é sem sucesso. Não vamos esmorecer diante do autoritarismo da gestão“, avaliou Juarez Santos Nascimento, presidente do Sindisenge, sindicato que é filiado à Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal (FETAM) e à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE).